
Tal como podem verificar estas antevisões têm causado alguma celeuma em alguns concorrentes. Facto positivo a retirar do post anterior, é que estamos a partir deste momento e cada vez mais, livres de podermos afirmar que para segunda-feira existe um grandíssimo favorito, que assim se assume sem medos nem rodeios, e os restantes participantes, favoritos à sua maneira, e que não se deixarão por certo intimidar pelas belas e ásperas palavras escritas por R. Sousa. Colocando isto em pratos limpos, R. Sousa entra para esta partida como sendo o Barcelona, e os restantes competidores sabendo disso mesmo, respeitam essa condição, mas não deixarão de tentar afundar a armada "blaugrana", até porque, se me dissessem que um dia o Hércules iria vencer em Camp Nou, eu apelidaria essa pessoa de maluca, mas o certo é que isso aconteceu. Não creio que se trate pois de pressão psicológica isto que se tem passado, é sim, uma mera constatação dos factos que os números mostram, mas sim, mesmo sendo a mais infalível das ciências, até a matemática se engana, o que neste caso corresponde a dizer, que R. Sousa pode ser batido no torneio de dia 30!
Posto isto, é agora hora de olharmos para a jornada 4, que marca o encontro entre os dois jogadores que venceram ainda à bem pouco tempo um encontro de pares diante de P. Rocha e Sérgio. Para a partida entre R. Sousa e Pacheco, é evidente que o favoritismo tem que ser dado ao primeiro, por tudo o que já foi por demais dito aqui neste espaço, mas não nos podemos esquecer que apesar destas demonstrações públicas de fraqueza do Pacheco, o seu estilo de jogo costuma criar muitas dificuldades aos jogadores mais virtuosos, que fazem das transições rápidas e letais o prato forte do seu jogo, tal como R.Sousa o faz. Para esta partida a grande incógnita será saber se Ricardo Sousa irá conseguir passar a primeira zona de pressão do Pacheco, que costuma terminar com o jogador adversário no chão. E aqui termina a participação de Pacheco nesta fase de grupos, fruto da sua isenção na última jornada.
No outro jogo é o encontro entre duas visões diferentes do que é o futebol. por um lado o Sérgio, o homem dos dois avançados, enquanto que Pedro Rocha, habituado a jogar com o Barcelona é mais adepto de um sistema com apenas um avançado centro. Será quantidade sinónimo de qualidade no caso do Sérgio, ou apenas uma avançado curto para P. Rocha? O desenrolar do jogo irá responder a esta questão, numa partida onde o equilíbrio será por certo a nota dominante.
O Bessa desta feita ficará isento.
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