quinta-feira, maio 03, 2012

O dia que nada mudou...

Faz hoje um ano e nada mudou... O que não mudou? O mundo! Fizeram-nos acreditar que este era o rosto de todo o mal, o rosto que representava tudo o que de mais tenebroso existe na condição humana. Se é verdade que este não faz cá falta, também não é menos verdade que tudo o que rodeia o dossier da sua vida e da sua "morte" é demasiadamente obscuro para que possamos ter certezas absolutas acerca do que quer que seja. Faz então hoje um ano que ele alegadamente foi morto, alegadamente 9 anos e alguns meses de alegadamente ter atacado os EUA, até porque teria sido uma tremenda humilhação para o país que se julga pai de toda a humanidade ter chegado ao 10 aniversário do 11 de Setembro sem o terem capturado, principalmente depois de até uma guerra, desculpem, mais uma guerra terem despoletado para o conseguirem.

Posto isto, e porque não quero conotar a minha imagem a figuras tão controversas, tal como aconteceu com o Hitler, existem algumas temáticas que sou obrigado a abordar, sob pena de não me sentir bem comigo mesmo futuramente. 

Primeiro lamentar não ter estado presente aquando da tal partida que assumiu contornos épicos na passada sexta-feira. Como já assisti a conquistas de Ligas dos Campeões menos festejadas do que o tal golo do Pacheco, gostaria de ter podido assistir "in loco" ao todo aquele festim. Quanto à parte em que o meu adversário de PES, Ricardo de Sousa, afirma que perdeu de forma dramática comigo, por dramática entenda-se, inteiramente justa. Quando ao fenómeno Iturbe, não passa disso mesmo, um fenómeno com 1,50 metros, um verdadeiro craque. A mim só me resta lutar contra estas vedetas. 

Inspirado neste post, ficam aqui duas visões da mesma situação no Pes.


Como o meu adversário e os árbitros interpretam as minhas entradas:









Como são esses lances na realidade e como eu os vejo:


Sem comentários:

Enviar um comentário